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sábado, 12 de janeiro de 2019

MANUEL PINTO DE CASTRO



Nasceu em Natal, a 30.08.1774, filho do homônimo Manoel Pinto de Castro, português da freguesia de São Veríssimo de Valbom, bispado do Porto, e d. Francisca Antônia Teixeira, de Natal. Era irmão de Miguel Joaquim de Almeida Castro -Padre Miguelinho -, um dos líderes e mártires da Revolução Pernambucana de 1817. Como o irmão, ordenou-se padre, tomando-se, Coadjutor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação. Diz TAVARES DE LYRA, a respeito:Não sabemos onde Manoel Pinto de Castro fez os seus estudos e recebeu ordens sacras; mas antes de 1817 já o encontramos em Natal no exercício de suas funções eclesiásticas, como coadjutor do vigário daquela freguesia, onde viveu sempre, depois que a ela voltou ordenado (1982, p. 345). Foi Secretário do Governo (1810-1818) e recusou-se a participar do governo revolucionário de André de Albuquerque (março de 1817). Político de expressão no início do Regime Imperial presidiu a Junta do Governo Provisório (1822-1824), o Conselho Geral da Província (1830) e, Conselheiro mais votado, assumiu a Presidência da Província do Rio Grande do Norte entre 4 e 24 de setembro de 1832, recebendo-a de Joaquim Vieira da Silva e Souza e a este repassando-a, em seguida do mesmo Joaquim Vieira retomando o posto em 8 de outubro do mesmo ano, nele permanecendo até 23 de janeiro de 1833, quando entregou-o a Manuel Lôbo de Miranda Henriques. Foi, anos mais tarde, vice-Presidente da Assembleia Provincial (1835-1837). A antiga Rua do Fogo, onde morava, passou a chamar-se Rua Padre Pinto, a partir de 1888. Faleceu em Natal, em 02 de agosto de 1850.
FONTES:
CÂMARA CASCUDO, Luis da. Movimento da Independência no Rio Grande do Norte.
Natal: Fundação José Augusto, 1973._________________.História do Rio Grande do Norte, 2ª edição. Rio de Janeiro: Fundação José Augusto /Ed. Achiamé, 1984.________________. Governo do Rio Grande do Norte, 2° Vol. Mossoró: Coleção Mossoroense, Série "C", Volume DXXXI, 1989. TAVARES DE LYRA, Augusto.
História do Rio Grande do Norte, 2ª edição. Brasília: Fundação José Augusto / Senado Federal, 1982
FONTE – FUN DAÇÃO JOSÉ AUGUSTO

MANUEL PINTO DE CASTRO



Manuel Pinto de Castro (Natal, 30 de agosto de 1774 — 2 de agosto de 1850) foi sacerdote católico e político brasileiro.
Foi presidente da província do Rio Grande do Norte, de 18 de março de 1822 a 24 de janeiro de 1824, de 4 a 24 de setembro de 1832 e de 8 de outubro de 1832 a 23 de janeiro de 1833.
Nasceu em Natal, filho do homônimo Manuel Pinto de Castro, português da freguesia de São Veríssimo de Valbom, bispado Porto, e Francisca Antônia Teixeira, de Natal. Era irmão de Mi­guel Joaquim de Almeida Castro – Padre Miguelinho –, um dos líderes e mártires da Revolução Pernambucana de 1817. Como o irmão, ordenou-se padre, tornando-se Coadjutor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação. Diz TAVARES DE LIRA, a respeito: Não sabemos onde Manoel Pinto de Castro fez os seus estudos e recebeu ordens sacras; mas antes de 1817 já o encontramos em Natal no exercício de suas funções eclesiásticas, como coadjutor do vigário daquela fre­guesia, onde viveu sempre, depois que a ela voltou ordenado (1982, p. 345).
Foi Secretário do Governo (1810-1818) e recusou-se a participar do governo revolucionário de André de Albuquerque (março de 1817). Político de expressão no início do Regime Imperial, presidiu a Junta do Governo Provisório (1822-1824), o Conselho Geral da Pro­víncia (1830) e, Conselheiro mais votado, assumiu a Presidência da Província do Rio Grande do Norte entre 4 e 24 de setembro de 1832, recebendo-a de Joaquim Vieira da Silva e Sousa e a este repassando-a, em seguida do mesmo Joaquim Vieira retomando o posto em 8 de outubro do mesmo ano, nele permanecendo até 23 de janeiro de 1833, quando entregou-o a Manuel Lobo de Miranda Henriques Foi, anos mais tarde, Vice-Presidente da Assembleia Provincial (1835-1837). A antiga Rua do Fogo, onde morava, passou a chamar-se Rua Padre Pinto, a partir de 1888. Faleceu em Natal, em 2 de agosto de 1850
FONTE - WIKIPÉDIA

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